Como a conta de luz impacta no orçamento domiciliar?

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Conta de luz no Brasil é uma das mais altas do Mundo.

Dificuldades para pagar a luz e insatisfação tomam conta diante desses altos custos. Uma pesquisa realizada pela entidade Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) comprovou que os serviços de consumo, como a eletricidade, eram os grandes vilões do orçamento doméstico de 37% dos consumidores consultados. Ainda de acordo com esses dados, o impacto da eletricidade na renda é ainda maior. Para as classes C e D, foi observado que a conta de luz pesava para 41% dos consumidores

Com isso houve o surgimento da energia solar no Brasil, que garantiu ao consumidor depender o mínimo possível do fornecimento usual de energia. Dessa forma, os descontos na conta de luz podem chegar a 95%.

No entanto, é preciso ter em mente que isso depende do consumo da residência e do tamanho do sistema. Para chegar ao máximo de desconto, é necessário que o sistema seja planejado com base no consumo daquela unidade dos últimos 12 meses.

A forma mais comum de utilização da energia solar pelo consumidor doméstico é pela instalação dos equipamentos na parte superior de sua casa. Muitas pessoas, quando pensam nessa tecnologia, a associam a essa imagem clássica: uma casa grande com um telhado coberto por painéis solares. Mas essa não é a realidade de todos os brasileiros. E sendo a energia solar uma forma revolucionária de economizar, é preciso que ela seja acessível a todos.

 


Assim, foram criadas três formas de consumo, e quais são elas?

 

Geração Compartilhada: Consórcios e cooperativas entre diferentes indivíduos podem se unir para a contratação desse serviço. É possível que sejam pessoas físicas ou jurídicas, mas o grupo formado deve ser homogêneo. Depois de reunido, o grupo buscará um espaço físico apropriado para a instalação de um sistema de tamanho suficiente para suprir a demanda energética de todos os membros. É imprescindível que o local seja diferente das unidades consumidoras. Além disso, os custos da instalação e do aluguel do espaço serão partilhados entre todos. Isso vale para a energia gerada e os créditos acumulados, pois tudo deve ser dividido igualmente. Um bom exemplo é uma associação de moradores de uma rua onde um grupo expressivo quer se beneficiar da geração própria de eletricidade. Para que seja mais barato e para ajudar aqueles que não têm área suficiente em sua própria casa, esses moradores podem formar um consórcio para usufruir da geração compartilhada.

Autoconsumo Remoto: Diferentemente da opção anterior, envolve apenas um consumidor. Nesse caso, o público-alvo é diferente, pois trata-se de uma pessoa física ou jurídica que possui mais de uma propriedade. Então, o sistema fotovoltaico é instalado em uma delas para fornecer energia para a(s) outra(s). Aqui, a regra é que as propriedades estejam sob a mesma área de concessão e, claro, tenham a mesma titularidade. Essa é uma forma de consumo muito vantajosa para uma pessoa física que possua duas ou mais propriedades, considerando que uma delas seja uma empresa e a outra a residência, uma pode compensar o consumo da outra. Nesse caso, é essencial que as duas unidades sejam atendidas pela mesma concessionária de energia.

Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras: A solução para pessoas que vivem em apartamentos, essa é uma opção em que o sistema é instalado no condomínio e a energia gerada é consumida pelos apartamentos ali existentes. A responsabilidade fica a cargo da administradora, mas os créditos e os custos pertencem aos moradores. É possível também que a eletricidade seja distribuída para alimentar as áreas comuns, como elevadores, corredores e áreas de lazer

 

 

Seja qual for o seu perfil consumidor, nós podemos te ajudar a se tornar independente das altas taxas e de seus constantes aumentos com a Energia Solar. Entra em contato com a gente!